Assine o abaixo-assinado e apoie o Sistema de Rede Distribuída – Modelo Híbrido, eliminando a necessidade de ir até o Tietê ou Barra Funda.
Preencha e entre para o movimento.
Unimos o melhor dos modelos para criar um sistema eficiente, descentralizado e acessível.
Hoje, moradores da Zona Sul gastam até 3 horas para chegar às rodoviárias do Tietê ou Barra Funda, enfrentando trânsito e transporte público lotado.
Rede Satélite (pontos nos bairros) + Terminal de Borda na Rodovia dos Imigrantes, integrados ao Metrô e CPTM.
Conexão direta com as Linhas 5 Lilás, 9 Esmeralda e futura extensão, reduzindo o tempo de viagem em até 60%.
Mapa ilustrativo da integração entre terminais de borda e pontos satélites.
5 fases para tirar o projeto do papel com agilidade e eficiência.
Levantamento de demanda, estudos de tráfego (CET) e análise de impacto ambiental (CETESB).
Obtenção de licenças ambientais e aprovações junto à Prefeitura e ao Estado.
Construção modular do Terminal de Borda e adaptação dos pontos satélites.
Aquisição de ônibus elétricos e articulados para alimentação e conexão.
Operação piloto com ajustes em tempo real, seguida de inauguração oficial.
Execução de obras enxutas e sustentáveis, com mínimo impacto urbano.
Modelo financeiro que viabiliza tarifas mais baratas e eficiência operacional.
Fim das desapropriações bilionárias. Investimento focado em infraestrutura leve e tecnológica.
Custos operacionais menores com frota elétrica e manutenção preditiva.
Eliminação do "imposto invisível" do trânsito sobre a passagem. Repasse de tarifas mais acessíveis.
PPP (Concessão Patrocinada), remuneração cruzada com comércio local, outorgas e conversão de ISS em fundos de mobilidade.
Eixos estratégicos integrados ao Metrô e CPTM.
Conexão com a Linha 5 Lilás, atendendo a região sudoeste com alta densidade populacional.
Integração com a Linha 9 Esmeralda e proximidade com a Rodovia dos Imigrantes.
Polo de conexão com a CPTM e futura extensão, beneficiando a zona sul extrema.
Integração dos eixos Capão Redondo, Santo Amaro/Jurubatuba e Grajaú.
Desenvolvimento Orientado ao Transporte (DOT) e sustentabilidade financeira.
Parceria público-privada com contrapartidas do poder público e investidores.
Exploração comercial nos terminais (lojas, serviços) que subsidia a tarifa.
Valorização imobiliária ao redor dos terminais, gerando receita para o sistema.
Conversão de tributos (ISS, IPTU) em investimento direto no transporte.
Ganhos reais para o trabalhador e para a cidade.
Até 2 horas a menos no trânsito por dia, mais qualidade de vida.
Geração de empregos formais nos miniterminais, movimentando a economia local.
Periferia conectada, reduzindo desigualdades de mobilidade.
Comunidades da Zona Sul serão as maiores beneficiadas pelo novo sistema.
Dúvidas comuns sobre o projeto e o abaixo-assinado.